Textos da Jô

Crônicas e contos de minha autoria

11/9/09

Literatura para melhorar o astral

            O clima influencia profundamente o humor das pessoas! Há mais de uma semana chove na cidade onde moro e a expressão revelada no olhar dos quase peixes já não é a mesma. Talvez não devêssemos levar tão em conta o que acontece com o tempo atmosférico, mas não enxergar o sol, afeta, e muito, o humor dos seres humanos.

            Em meio a toda chuvarada e o meu afetado humor comprei um livro destes pockets baratinhos, entrei na livraria para comprar uma revista com minha filha, e não resisti a Dez (quase) amores da Claudia Tajes. Por apenas doze reais parece que consegui espantar a tempestade ao rir um bocado. Li em um dia, não conseguia desgrudar das histórias dos amores mal-sucedidos da personagem. A identificação com a narradora-personagem, Maria Ana. é imediata, ao relatar o amor na infância, na adolescência, na fase adulta, enfim a obsessão pelo encontro do par ideal é possível ver um pouco de nós mesmas, mulheres, em cada episódio. A forma como ocorre a desilusão, que acompanha cada desfecho dos dez capítulos denominados como Quase amor e numerados de 1 a 10, é feita de forma leve e engraçada.

            Então tá aí uma dica para tentar ver o sol: literatura divertida, esta pode ser uma boa saída.

            O meu texto é curto porque o tempo também o é. Esta semana teve poucas horas para tudo que tenho para fazer… Então, fui, bom fim de semana! E que venha o sol! Estou contando os dias para a chegada da primavera, enquanto isto vou procurar outros livros e filmes para iluminar meus dias.

criado por joselmanoal    10:50 — Arquivado em: Sem categoria

28/8/09

Fotografia

 

            Rosangela Guella Tamagnone docente da Escola Ismael Chaves Barcellos de Galópolis, foi uma das 10 melhores professoras do Brasil no Prêmio Professor Nota 10, da Fundação Victor Civita com um trabalho sobre história e técnicas de fotografia, proposto em turmas de 7ª e 8ª séries do ensino fundamental. Os alunos tiveram contato com técnicas e foram estimulados à prática de algo que já exercitavam e gostavam. Aprimoraram o repetido gesto e se sensibilizaram com a arte da fotografia, seguramente, passaram a ter um olhar mais atento e cuidado para as cenas cotidianas. Fantástico!

Admito minha inveja (inveja boa) desta nova geração que não perde uma oportunidade de registrar momentos. Estão sempre com o celular em prontidão. Afinal, quantas festas de minha adolescência ficaram registradas apenas na lembrança? Uma pena a gente não tinha celular, nem máquina digital e ninguém lembrava da importância de fotografar a turma arrumada para a festa fantasia, para a festa anos 60, agora só resta lamentar mesmo…

            Claro há o lado exagerado da coisa! Muitos artistas e cantores reclamam dos desagradáveis flashes em teatros e shows. Mais desagradável ainda é quando toca o celular! Tem gente que não tem o mínimo de respeito pelos outros!

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            E falando em respeito, aliás em falta de respeito com o povo, lembramos do senado brasileiro que decidiu arquivar as denúncias contra Sarney! De novo a sujeira ficou embaixo do tapete! É o fim do mundo!

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            Voltando para fotografia (porque os nossos senadores não merecem muitas linhas) todos devem concordar que há exagero, excesso de exposição por parte da gurizada, basta dar uma espiada nos orkuts alheios… Não precisa fotografar tanto, mas a minha geração falhou, com certeza, pela ausência de fotos, acho que isto explica o porquê hoje, em encontros de amigos, gosto tanto de fotografar, tento recuperar o tempo perdido.

            E escrevo isto tudo porque, outro dia, assistindo um filme com minha filha, achei um ator parecido com um amigo da adolescência, daqueles que a gente perde de vista por aí, comentei com o meu marido que concordou com a semelhança. E nossa filha, naturalmente, queria ver uma foto do tal amigo para comparar com o ator. E daí, cadê a foto? Não tenho, o rosto ficou registrado em minha memória, foto não tenho nenhuma.

              Então tá, gurizada, melhor pecar pelo exagero mesmo: muitas  poses e flashes!

             E parabéns à professora Rosângela por ensinar que fotografia também é arte!

criado por joselmanoal    16:18 — Arquivado em: Sem categoria

10/6/09

Um brinde ao amor!

 

              Felizes os casais que não precisam de datas marcadas para comemorar. Não deveria existir apenas um dia para brindar o amor! Quem encontrou seu pé de meia deve brindar sempre e, principalmente, nas datas que marcaram o romance do casal: o primeiro encontro, o início da relação, o casamento, etc.

             Não sei como funciona agora: será que ainda existem datas pessoais a serem comemoradas? Afinal não há mais início de namoro, com esta história de ficar tudo mudou! Me sinto interplanetária, pertenço ao século passado, onde os meninos ainda pediam em namoro durante a dança de rosto colado, ao som de músicas românticas. Aliás, desconheço como podem viver os adolescentes de hoje sem música lenta!

          Vocês, do século passado como eu, freqüentaram alguma festa de quinze anos, nos últimos meses? Nem queiram ir, é deprimente! Só toca funk com letras vulgares, acompanhado de coreografias igualmente vulgares. Dói na alma de qualquer romântico!

            Tenho certeza que estas meninas que rebolam o créu, gostariam muito de ser tratadas com doçura, ainda que na pista se mostrem de outro modo. Os meninos ficam atemorizados pela exposição feminina. Tudo bem, garotas, sei que os tempos são outros, mas um pouquinho de mistério e sedução, não faz mal a ninguém. 

            No dias dos namorados, os casados também devem comemorar! Após o casamento muitos esquecem de que continuam sendo namorados. Com o nascimento de um novo membro na família, então, surge um momento de readaptação. A maioria dos casais tem dificuldades em administrar a vida amorosa, após a chegada do filho. Acabam esquecendo de que formam um casal, não são somente pais. Uma função não desmerece à outra, devem ser exercidas concomitantemente, o que convenhamos não é nada fácil. Quem já passou por esta fase, sabe bem do que estou falando.

            O tempo deve ser controlado e reservado para algum momento a dois, podem ser apenas algumas horinhas uma vez por semana, uma vez por mês. E para estas ocasiões existem as babás, as avós, as tias, as dindas, as amigas.  E podem ter certeza que a criança também irá agradecer um momento sem os pais grudados ao seu lado. Tal gesto pode contribuir para a independência e a segurança do garoto.

            Portanto, nada de culpar os filhos pelo insucesso do casamento! Cabe aos pais, que são bem crescidinhos e adultos, saber conviver e administrar o duplo papel de pai e marido ou mãe e esposa. A princípio sei que pode parecer tarefa quase impossível, no entanto é compensador exercitar o amor como mãe e como mulher. Podemos e devemos ser mães e amantes!

            Voltando às datas estipuladas, os empresários adoram tais ocasiões! Os gestos de comprar e de vender fazem parte da lei de sobrevivência no sistema capitalista. O que me incomoda é a exacerbação e a falta de lembrança do amor em outros dias. Exemplifico: tem muito casal, por aí, que se chuta o ano todo e no dia dos namorados trocam presentes e jantam de mãos dadas, à luz de vela. Como pode? O amor deve ser cuidado sempre, se houver jantar romântico e presentes na data comercial, tudo bem, mas não devemos esquecer de outros momentos de afeto ao longo do ano.         

          Amor pode ser antigo, mas sempre tem que ser renovado. Amor não pode cheirar a mofo jamais! Aprenda a renovar o seu amor, e se estiver opaco, aprenda a poli-lo como se fosse ouro!

criado por joselmanoal    11:35 — Arquivado em: Crônica, Sem categoria

16/4/09

Sobre Educação

Como escrevi três textos, quase consecutivos, sobre Educação, prometo silenciar por um tempo sobre este assunto. E desculpem o meu repeteco temático!!!!

criado por joselmanoal    15:36 — Arquivado em: Sem categoria

6/2/09

Tô de férias

Desculpem a ausência nas últimas semanas. Tô viajando, volto a escrever no blog dia 16-02. Beijos, Jô

criado por joselmanoal    22:42 — Arquivado em: Sem categoria

21/12/08

Lembranças natalinas

 

            Aprecio o Natal! Gosto da junção da família, da revelação do Amigo Secreto, da comilança e do Papai Noel, mas detesto a loucura das lojas e dos supermercados. Não consigo conviver bem com o tumulto: filas, sacolas, multidões. Não me sinto à vontade, disputando as últimas caixinhas de morango com clientes estressados. O fim de ano deixa as pessoas muito enlouquecidas, isto não me agrada em nada!

            Quando se é criança, há uma magia, um encantamento muito especial na noite do vinte e quatro de dezembro. Não se é responsável por fazer as compras, preparar os pratos, apenas se escreve a cartinha para o Papai Noel e capricha no comportamento, ao menos, na última quinzena de dezembro. Crianças observam os pacotes, procuram seus nomes, a maior indagação da vida naquele momento é, afinal, quais serão os meus presentes? A vida é muito outra antes de conhecer os impostos: IPVA, IPTU, etc.

             Lembro de, na minha infância, ouvir o Papai Noel e me surpreender sobre seu profundo conhecimento sobre o meu caráter, as minhas manias (sempre implicava com minhas unhas roídas), conhecia os detalhes de cada travessura, das brigas com meu irmão e todas as minhas notas do boletim!  Eu ficava encantada com o Papai Noel, o velhinho era incrível e observava mesmo as crianças durante todo ao ano! Demorei bastante (ainda bem) para descobrir que se tratava de um dos meus tios ou de meu pai, disfarçados, o que justificava saber tanto a meu respeito.

            Hoje o Natal é diferente do da minha infância, o apelo comercial aumenta a cada ano, aliás já escrevi sobre isto… Nos anos setenta, as meninas pediam Susie (ainda não havia a Barbie) e os meninos carrinho. Agora, não! O carrinho e as bonecas são de grife. Devem inventar uma Barbie nova a cada quinze dias! É um absurdo. E acessórios, então? O carro, a casa, as roupas, os sapatos, os animais de estimação, os filhos, a Barbie é um fenômeno comercial. Sei que os meninos têm também a coleção dos carrinhos Hot Wheels, há também pista, lava-jato, enfim uma parafernália de equipamentos que parecem não ter fim.

            No meu tempo de criança a gente confeccionava as roupas da Susie (normalmente só tínhamos uma, não cinqüenta como nossas filhas) com restos de tecido, de lã ou de linha (assim se aprendia com entusiasmo a fazer tricô ou crochê). Os meninos brincavam com carrinho de rolimã, o que, cá entre nós, é bem mais divertido que Hot Wheels.

            Não podemos esquecer que as crianças mencionadas nos parágrafos supracitadas pertencem à classe média. Há outros meninos que vivem à espera da cesta básica mesmo! O Natal deveria ser o momento de refletir sobre a desigualdade social e realizar alguma ação beneficente.

           Vamos fazer uma bela ceia, presentear as crianças, brindar! No entanto, devemos lembrar que o mais importante é fazer um gesto de doação, que pode começar nesta data e se prolongar por todo ano.

           Se o Menino Jesus nasce, que a gente possa renascer com ele!

            Um belo Natal a todos!

criado por joselmanoal    22:31 — Arquivado em: Crônica, Sem categoria

20/12/08

TÔ NA ZERO HORA DOMINICAL

Leiam a página 21!

Dps comentem no tema para debate!

Bjs, Jô

criado por joselmanoal    18:57 — Arquivado em: Sem categoria

3/12/08

SAUDAÇÕES COLORADAS

GRANDE INTERNACIONAL!

criado por joselmanoal    23:48 — Arquivado em: Sem categoria

5/11/08

54ª Feira do Livro de POA

Olá, Pessoal! 

Estarei  na 54ª Feira do Livro em Porto Alegre no sábado, 8/11, às 16h30min no Pavilhão de Autógrafos com o meu Aroma Hortelã (contos - Editora Movimento).

Vai estar divertido!

Minha equipe, composta de familiares e amigos, vai encher a Praça da Alfândega de hortelã: balas, chá e spray aromatizador de ar.

Apareçam!

criado por joselmanoal    10:47 — Arquivado em: Sem categoria

31/10/08

Prognóstico incorreto

Sexta-feira, 31/10, o maior sol em POA!

Meu texto A chuva e a feira  foi por água abaixo (ditado adequado!).

Charles Kiefer tem pé quente, tudo indica bom tempo, apesar da crise.

 

criado por joselmanoal    14:16 — Arquivado em: Sem categoria
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