Textos da Jô

Crônicas e contos de minha autoria

21/7/12

Acompanhem o Diário da Faxineira:

Capítulo 5:

http://www.tchecnologia.com/2012/07/diario-da-faxineira-5-capitulo-5.html#more

Capítulo 6:

http://www.tchecnologia.com/2012/07/diario-da-faxineira-6-capitulo-6.html

criado por joselmanoal    18:10 — Arquivado em: Sem categoria

13/7/12

O quarto capítulo do Diário da Faxineira

http://www.tchecnologia.com/2012/07/diario-da-faxineira-4-capitulo-4-o.html

criado por joselmanoal    17:42 — Arquivado em: Sem categoria

2/7/12

Diário da Faxineira

Olá. pessoal.

Acompanhem o Diário da Faxineira, minha nova coluna no TCHÊcnologia. Seguem os links dos três primeiros capítulos. Entra on-line sempre às sextas às 22h.

http://www.tchecnologia.com/2012/06/diario-da-faxineira-1-capitulo-1.html

http://www.tchecnologia.com/2012/06/diario-da-faxineira-2-capitulo-2.html

http://www.tchecnologia.com/2012/06/diario-da-faxineira-3-capitulo-3-o-fora.html

criado por joselmanoal    13:57 — Arquivado em: Sem categoria

10/5/12

O filme Xingu e a gauchada

(mais…)

criado por joselmanoal    21:49 — Arquivado em: Crônica

15/4/12

Desarmonia familiar

O pai sempre soube, a mãe nunca quis saber. Quando eram crianças, um acreditava no tesouro no fundo do mar, o outro queria  voar. No mesmo dia: o surfista afogado e o paraquedista esmagado entre pedras.

criado por joselmanoal    13:16 — Arquivado em: Conto minimalista

19/12/11

Angelina Jolie e a ceia natalina

            Nesta época de Natal, em que as famílias se reúnem e apreciam a mesa farta, infelizmente, muitos esquecem de agradecer a Deus e louvar o nascimento do menino Jesus; lembram apenas da figura simpática, mas que não deixa de ser o maior ícone do consumismo que é Bom Velhinho Papai Noel. Mas não devo me desviar do assunto deste texto, que não é o consumismo ou a falta de fé, mas sim a mesa farta!

            Sou magra, por uma sorte do destino, por questões genéticas (ou sei lá eu o quê), porém reconheço minha alma de gorda, meus olhos sofrem de obesidade mórbida, aprecio a mesa farta e não esqueço de agradecer ao Papai, não o Noel, o do Céu mesmo!

            Pois bem, ao ler a notícia sobre a magreza doentia de Angelina Jolie, tive pena do excesso de vaidade da moça, afetada pela doença estimulada pela mídia de que ser esquelética é belo! Como será o Natal da Angelina Jolie? E a gente fica lendo a Caras no salão de beleza e invejando a vida de luxo dos famosos, nem sempre tão felizes quanto aqueles sorrisos estampados nas revistas.

            Um metro e setenta e três mede e quarenta e três quilos pesa Jolie, está ingerindo apenas 600 calorias por dia, quando um adulto deve ingerir pelo menos o dobro disto. Uma barbaridade! Os nutricionistas devem estar todos em estado de choque!

            A mesa farta do Natal está relacionada ao prazer da confraternização e, portanto, ao gesto de comer. Tristes as pessoas que não sabem apreciar um bom prato, doentes que esquecem de se alimentar, como confessou a mencionada atriz. Esquecer de comer? Pode, isto? Pode! E a cada dia aumenta, e de modo significativo, o número de adolescentes e adultos com anorexia e bulimia.

           Neste Natal que as famílias reunidas diante da mesa farta, agradeçam a Deus, confraternizem o nascimento de Jesus, troquem receitas e sorrisos e comam com alegria! Tudo bem, nós não somos famosos, somos anônimos comilões, mas felizes pra caramba com a nossa ceia!

            E sejamos solidários na noite natalina, dediquemos o nosso mais sincero lamber de beiços, ao degustar o nosso majestuoso peru recheado, a Angelina Jolie e seus tristes lábios carnudos que um dia desaprenderam a apreciar o sabor da boa mesa.

criado por joselmanoal    20:53 — Arquivado em: Crônica

6/12/11

Sócrates

Sócrates, Bill e Bob

 

            Nascer com nome de filósofo não garante que o sujeito será um pensador, no caso do brasileiro, jogador e médico Sócrates, o nome não foi uma mera casualidade. O nosso Sócrates, o brasileiro, era um homem inteligente e consciente de sua importância social como um craque famoso e admirado em nosso país.

            Lamentável a doença do alcoolismo que não escolhe sexo, raça, nível sociocultural. Doença tirana não reconhecida, vista como vagabundagem por muitos. Quem sofre de alcoolismo tem que saber lidar com o tamanho preconceito atribuído à enfermidade. Não é fácil. E mais difícil ainda é a cura, inexistente, só a famosa resistência de um dia de cada vez a que se agarram os que lutam pela sobriedade todos os dias. Não é que o próprio Sócrates, em entrevista, declarou viver um dia de cada vez, pena não ter se tornado um amigo de Bill e Bob, fundadores do AA. Talvez a vida lhe pudesse reservar mais algum tempo, se tivesse conhecido as lições dos Alcoólicos Anônimos.

.           O alcoolismo é uma doença que atinge a família, os familiares adoecem junto com o alcoólico, por não saber como lidar com o doente, de que forma podem ajudá-lo e sofrem muito diante da impotência do nada fazer. Você, leitor, vai me dizer tá e daí, mas qual a diferença, afinal de contas, comparada a qualquer outra doença, na qual os familiares também querem ajudar, não sabem como e se sentem impotentes? Sim! No entanto, não adoecem junto, não se tornam neuróticos e devem buscar ajuda psicológica em grupos de apoio como Al-Anon e Alateen. A diferença da doença do alcoolismo com relação a outras doenças reside na relação com a família a na responsabilidade do indivíduo dependente, que se embriaga e se mata aos poucos e pode deixar de fazê-lo e renascer a qualquer momento, basta querer. Mas o querer não e assim tão simplista e os familiares devem, precisam entender que a pressão não resultará em sucesso e que as inúmeras internações só darão resultado positivo se o alcoólico quiser deixar de beber. Depende dele e de mais ninguém. E esta força interior às vezes demora muito para chegar ou não chega. Admiração, orgulho e respeito merecem os alcoólicos em sobriedade e igualmente respeito, compreensão e amor os que ainda não conseguiram conquistá-la.

            Que a morte do ídolo Sócrates possa alertar a população sobre uma doença tão séria e imbuída de preconceito social. O Sócrates, um brasileiro tão genial, que poderia ter vivido mais e melhor se tivesse aprendido a oração da serenidade e seguido ao passos de Bill e Bob.

criado por joselmanoal    22:49 — Arquivado em: Crônica

10/11/11

Elite intelectual imatura

A insegurança da população brasileira que vive em meio à violência, principalmente nas grandes cidades, como é o caso de São Paulo, deveria ser assunto levado a sério por todos os cidadãos e, principalmente, pela elite intelectual, que pode ser representada pelos universitários de nossa nação.

Após o assassinato de um estudante dentro da USP, a polícia assumiu o seu papel em defesa da comunidade estudantil. Quando o problema parecia ter sido amenizado, eis que surge um bando de acadêmicos, que mais parecem ter recém saído do jardim da infância, tamanhas imaturidade e insensatez, e resolvem agir de modo grotesco, invadindo prédios e depredando o bem público pelo simples fato de quererem fumar maconha livremente.

Sou favorável à legalização da maconha. Inclusive, porque álcool também é droga e tem consumo liberado, mas isto é assunto para outro texto! Aqui, quero abordar a falta de responsabilidade social de um grupo de alunos privilegiados em ingressar em uma das maiores universidades públicas brasileiras e que deveriam, portanto, ser modelos de sujeitos éticos para a nossa sociedade. Claro, esse grupo não é a totalidade da USP, representa uma minoria, que, no entanto, deve ser considerada, tendo em vista a gravidade dos fatos.

Por que é considerado algo tão prioritário o gesto de fumar maconha dentro do ambiente universitário? Pois tratem de fumar em outro local e preservem a população da violência dentro da USP. Como estão equivocados esses garotos, não sabem o que é ser revolucionário. Julgam uma ação rebelde a de lutar por qualquer causa medíocre, como esta do fuminho. Agir de modo rebelde, revolucionário, é vocábulo muito maior, trata-se de algo muito mais sério, como o protesto, por exemplo, quando o estudante foi assassinado dentro da universidade, isto, sim, é relevante!

Tem gente criticando a ação da polícia. Sim, pode ser considerado exagero o confronto com os estudantes, mas algo tinha que ser feito dentro da universidade, a fim de proteger a comunidade acadêmica da violência exacerbada que toma conta de nosso país. O fuminho pode ocorrer em qualquer local, não precisa ser dentro da universidade, porém os alunos devem circular com tranquilidade dentro da USP, sem temer um possível assassinato.

Ao ocorrerem fatos como esse, ficam a reflexão e a dúvida sobre o que nós, professores universitários, estamos fazendo em prol da cidadania de nossos alunos, pois estes demonstram cada dia uma maior infantilidade, egoísmo e insensatez ao lidar com os problemas sociais cotidianos.

A nova elite intelectual será capaz de construir um Brasil melhor no futuro? É difícil ser otimista, juro que me esforço para tanto!

Publicado em Zero Hora, p. 23, 10 de novembro de 2011

criado por joselmanoal    9:17 — Arquivado em: Crônica

7/11/11

Visão de mundo

Somente após o acidente e a cegueira, ele passou a encarar a vida de frente.

criado por joselmanoal    8:06 — Arquivado em: Conto minimalista

2/11/11

Jô por acaso

Olá, Pessoal.

Estou escrevendo em nova página, minha coluna se chama Jô por acaso, todas as quartas-feiras, às 22h, no TCHÊcnologia.

Prestigiem!

Mas, não devo abandonar Os textos da Jô!

http://www.tchecnologia.com/

criado por joselmanoal    21:37 — Arquivado em: Sem categoria
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